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"Ouve:

Como tudo é tranquilo e dorme liso.

Claras as paredes, o chão brilha,

E pintados no vidro da janela,

O céu, um campo verde, duas árvores.

Fecha os olhos e dorme no mais fundo

De tudo quanto nunca floresceu.

Não toques nada, não olhes, não te lembres.

Qualquer passo

Faz estalar as mobílias aquecidas

Por tantos dias de sol inúteis e compridos.

Não te lembres, nem esperes,

Não estás no interior dum fruto:

Aqui o tempo e o sol nada amadurecem. "

Sophia M. Breyner Anderson

 

"Ouve:

Como tudo é tranquilo e dorme liso.

Claras as paredes, o chão brilha,

E pintados no vidro da janela,

O céu, um campo verde, duas árvores.

Fecha os olhos e dorme no mais fundo

De tudo quanto nunca floresceu.

Não toques nada, não olhes, não te lembres.

Qualquer passo

Faz estalar as mobílias aquecidas

Por tantos dias de sol inúteis e compridos.

Não te lembres, nem esperes,

Não estás no interior dum fruto:

Aqui o tempo e o sol nada amadurecem. "

Sophia M. Breyner Anderson

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Claras as paredes, o chão brilha,

E pintados no vidro da janela,

O céu, um campo verde, duas árvores.

Fecha os olhos e dorme no mais fundo

De tudo quanto nunca floresceu.

Não toques nada, não olhes, não te lembres.

Qualquer passo

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Não te lembres, nem esperes,

Não estás no interior dum fruto:

Aqui o tempo e o sol nada amadurecem. "

Sophia M. Breyner Anderson

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Aqui o tempo e o sol nada amadurecem. "

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Claras as paredes, o chão brilha,

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Não toques nada, não olhes, não te lembres.

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